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terça-feira, 14 de maio de 2019

Contumélia - Lilian C. Peixe

   Inês é uma jovem desesperada!
   Ela completou 16 anos e D. Constância, sua madrinha com quem ela mora, decidiu que ela precisava de um noivo. O problema é que, miseravelmente, D. Constância escolheu um pretendente absolutamente intragável, o Sr. Macedo. 

   Agora a única esperança de Inês, para não acabar casada com alguém que ela não suporta ou ir para um convento, é o súbito interesse que Henrique, um velho amigo da família, passou a demonstrar por ela. Contudo, ela não sabe se as intenções dele são realmente sérias e antes que possa descobrir, é enviada numa viagem inesperada para o noivado de sua prima Cecília em Petrópolis.
Assim, em meio ao burburinho causado pelo misterioso assassinato do barão de Araribá em Paraíbuna, Inês e sua espirituosa companheira Teresa acabarão envolvidas em inusitadas e perigosas aventuras. 



   Contumélia foi um livro que me pegou de surpresa, não estava com grandes expectativas, porém como vi resenhas positivas, decidi ler e acabei sendo envolvida nessa história. 
Inês Martins é uma mocinha de 16 anos, ela mora com a sua madrinha, que anda importunando-a para se casar com o insuportável Sr. Macedo; o pouco que ele aparece no livro já nos deixa com raiva desse personagem presunçoso e arrogante. 
   Nesse mesmo tempo, Henrique Azevedo, amigo da família começa a transparecer um interesse repentino por ela, que apesar de não sentir nada de especial por ele, acha que é uma esperança mais feliz do que ir para o convento. 
   Sua madrinha, para evitar a aproximação de Inês com o Sr. Azevedo a envia para uma viagem para Petrópolis para visitar seu tio e prima (que irá noivar em algumas semanas), junto com sua mucama Teresa - uma personagem muito importante, por ser também melhor amiga da nossa mocinha - onde elas irão ter muitas aventuras como nunca antes. Amei a amizade de Teresa e Inês, podemos sentir a força desse companheirismo.
O que não citei antes é que está sendo investigado o assassinato do barão de Araribá, que foi morto em uma casa de má reputação; e mais importante ainda: o principal suspeito por este crime é o nosso mocinho - André! 
   Quando nossos mocinhos se encontram no trajeto de Inês a Petrópolis, tudo muda! Inês e Teresa vão acabar se envolvendo em muitos perigos junto com André (e põe perigo nisso!). Elas correm até risco de vida por esse envolvimento, mas mostra a Inês coisas que ela nunca havia imaginado viver. 
   O romance é fofo, e é agoniante ao mesmo tempo por ser um amor proibido e os dois sabem disso, mas o sentimento é mais forte e inevitável. E a gente só torce para no final eles conseguirem de alguma forma ficar juntos.  
"- O que foi? Não há encanto maior do que o do amor proibido. A troca secreta de bilhetes, as poesias colocadas embaixo da porta, as rosas deixadas diante do portão. É maravilhoso, não é? A emoção, o coração disparado, a loucura de acreditar que nada ficaria entre nós e a certeza cega de que eu não poderia sobreviver se não ficasse com ele."
  
   A narrativa é intercalada entre Inês, Teresa e André, e foi um ponto muito positivo já que podemos saber mais o que cada um está sentindo e o ponto de vista deles!
   Algo que gostei bastante também foi por ser um cenário nacional, em alguns momentos pudemos curtir a descrição de pontos importantes da nossa história pela autora e acho que isso enriqueceu o livro! 
   No início senti um pouco de dificuldade para entender os personagens coadjuvantes, por serem muitos sobrenomes e envolvimento no assassinato, porém talvez tenha sido uma percepção minha mas não falta de explicação da autora. O final é surpreendente apesar de rápido mas senti que finalizou de uma forma aconchegante e tranquilizadora para nós leitores! 
   Indico para quem quer uma leitura rápida, já que é um livro curtinho, e que goste de romances de época nacional; além disso é ótimo para quem quer começar a ler este gênero, pois é leve e ao mesmo tempo muito interessante e repleto de aventuras, romance e ainda de bônus história nacional.
 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Era uma vez no outono - Lisa Kleypas


       A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa. Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar. Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?



     

     Uma mocinha bem teimosa, mal-educada e sem papas na língua, temos então, no segundo livro da série As quatro estações do amor, Lilian Bowman! 
        Mas não vamos ser maldosas, nossa mocinha também é cheia de qualidades, entre elas a sua força, sempre decidida, uma mocinha que inspira e  passa uma mensagem de que não temos que concordar com tudo coisa nenhuma! (risos)
          Lilian com todas essas características, e também de origem americana, é integrante das Flores Secas, conhecemos elas no primeiro livro da série; e nessa temporada é a vez de Lilian arranjar um pretendente, o que não será nada fácil por sofrer certo preconceito social; apesar de seu pai ser muito rico, empresário dono de um empresa em NovaYork, os aristocratas não aceitam muito bem aqueles que não têm títulos como eles.  Já o nosso mocinho Marcus Westcliff, ou conde de Westcliff, é um inglês aristocrata, com uma linhagem mais antiga do que é possível imaginar, um homem que não entende o casamento como algo relacionado com sentimentos e sim como um acordo. Marcus teve uma infância difícil, vamos descobrindo isso ao longo do livro, e entendemos porque ele pensa e age dessa forma. 
“A vida de Marcus havia sido moldada por rígidas expectativas e obrigações - e a última coisa de que ele precisa era distração. Ainda mais na forma de uma garota rebelde. “

       Lilian e Marcus são como cão e gato, ódio à primeira vista... ou não. Sabemos que por baixo da teimosia dos dois existe um sentimento que vai tomando conta aos poucos. A cada briga vemos eles enxergam um ao outro, como realmente são, além do que eles têm na cabeça; ele vê Lilian como uma mal- educada, desgovernada e ela vê Marcus como uma homem frio, arrogante e que odeia diversão. E, é claro, vão descobrir que estão muito enganados.
      É lindo ver um mocinho que parece tão sem sentimentos se mostrando tão zeloso, cuidadoso, protetor, nos deixa suspirando, e uma mocinha tão teimosa se rendendo ao amor.
Medo de você? – disse Lillian sem pensar. – Meu Deus, eu nunca teria. Westcliff inclinou a cabeça dela para trás e a encarou, e um sorriso se espalhou lentamente pelo seu rosto. Não, não teria – concordou. – Você seria capaz de cuspir no olho do demônio, se quisesse.”

          As Flores Secas tem sua participação especial no livro, assim como a irmã de Lilian que também está no grupo, é lindo ver o companheirismo das duas em todos os momentos. 
A superação de preconceitos e de mágoas do passado é encantador, pois traz uma mensagem de esperança de que nem tudo é aquilo que pintamos na nossa cabeça, e sim algo maravilhoso que está “escondido” talvez pelos nossos próprios preconceitos. 
     O final do livro já deixou um gostinho de quero mais para o próximo volume com a terceira mocinha Evie, e já estou doida para continuar. A série em si trata de muitos assuntos interessantes, e nos dois primeiros foi bem claro que a autora quis fazer críticas à aristocracia inglesa e toda sua pompa. Série linda e fofa, recomendo bastante, ainda mais como admiradora dos romances de época.   
     A resenha do primeiro livro já tem aqui no blog! 




segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Volte para mim- Paola Aleksandra


Sinopse: Aos dezesseis anos, Brianna Hamilton fugiu da Inglaterra para a Escócia, abandonando sua família e as obrigações como herdeira de um duque. Em meio aos prados escoceses, a jovem encontrou refúgio e descobriu mais sobre a mulher que desejava ser. Mas, onze anos após a fuga, uma dolorosa verdade fará com que ela deseje nunca ter partido.
Voltar será como relembrar o passado, a fuga, o medo e as escolhas que precisou fazer. E, enquanto luta para reconquistar seu lugar junto à família, Brianna precisará superar Desmond Hunter, melhor amigo e primeiro amor, que anos atrás ela escolheu deixar para trás.
Volte para mim é um romance arrebatador sobre recomeços, sentir-se inteira e, acima de tudo, confiar no amor.


           Inspirador para mim é a palavra que chega mais perto da definição desse livro; foi a emoção que mais senti durante a leitura. Minhas expectativas estavam bem altas já que esperei bastante pelo livro da Paola, já leio o blog dela há bastante tempo e mal podia esperar para ler o seu primeiro livro e não me decepcionei nem por um instante.
         Brianna Hamilton é a nossa protagonista, uma mocinha cheia vontade de descobrir mais sobre a vida, sobre ela mesma, cheia de coragem, e que nos inspira demais. Desde pequena ela sonha em conhecer a terra natal de sua mãe - a Escócia - que permeia as histórias lindas que ela conta da sua infância para as filhas. Depois de uma descoberta que abalou seu coração, Brianna resolve fugir para a Escócia em uma jornada de auto-conhecimento e para descobrir onde é seu lugar no mundo.
“Todos carregamos culpas e ressentimentos. Quando alimentamos a dor, ela cresce, nubla nossa visão e torna nossos dias mais e mais solitários. Mas, quando aliviamos o fardo, seja perdoando o passado ou compartilhando nossos medos com alguém que amamos, a vida fica mais leve. Os problemas, as dores e as mágoas sempre existirão. Assim como nossa capacidade de superar as dificuldades da vida e seguir em frente.”
        Voltando depois de 11 anos, ela terá de se reconciliar com sua família, seu melhor amigo Desmond, perdoar e pedir perdão, recomeçar ao lado daqueles que tanto ama. Pode não ser uma jornada tão fácil descobrir quanto todos sofreram com sua partida, mas com certeza o amor pode dar uma chance de perdão e cura.
        É importante dizer que o romance tem uma parte especial e necessária, mas que o foco não se encontra nesta âmbito e sim no crescimento pessoal da protagonista, porém é bonito ver como o amor dos dois vai superar as coisas do passado, apesar dos maus entendidos e das mágoas, eles irão encontrar juntos o recomeço que o coração deles anseia.
“Tudo depende de uma única escolha: prender-se ao passado ou lutar por um novo futuro”. 
“— Ora, milady, não tenha fé no futuro, mas no amor que a trouxe até aqui. Nenhuma força no mundo é capaz de destruir aqueles que se amam verdadeiramente.”
        Uma relação que achei muito bonita foi de Brianna e de sua irmã Malvina e de como foi essa reconciliação, como diz a Paola: "me deixou com um sorriso bobo no rosto" rs. Outro ponto que me agradou MUITO foi a riqueza de detalhes, das flores, da floresta, das cores, e etc,  foi um dos pontos que me deixou com uma quietude no coração, imaginar aquele lugar, aquela paisagem, aquele lar. Eu amo descrição, amei a descrição dos lugares e de tudo, mostra o quanto nossa autora estava escrevendo com amor e inspiração.
         Ver a personagem recomeçando sua vida ao lado da família, seu crescimento pessoal e vê-la descobrindo seu lugar é lindo e nos mostra a força da mocinha, de encarar o que vier sem perder sua delicadeza e amor.
          A leitura flui muito bem, eu acho que leria até mesmo a lista de compras da Pah, de tanto que amo o que ela escreve! (risos) Acompanho ela a alguns anos e estava muito ansiosa para ler o livro e não consigo dizer quanto amei, o quanto foi inspirador para mim (como disse inspirador é a palavra). Paola está de parabéns pela sua estréia e que venham outras histórias tão lindas quanto esta; histórias que carregam um pouco dela e que mostram o que ela tem para oferecer que é muita fé, amor, amor á família, amor pela escrita, enfim. Que experiência maravilhosa foi ler Volte para mim!
"... uma casa é construída com pedras e madeira, enquanto um lar é edificado no amor e no respeito."
Paola Aleksandra em sua primeira Bienal do livro como autora


sexta-feira, 22 de julho de 2016

O primeiro último beijo - Ali Harris

 “O primeiro último beijo” conta a história de amor de Ryan e Molly, de como eles se encontraram e se perderam diversas vezes ao longo do caminho. Na primeira vez em que eles se beijaram, Molly soube que ficariam juntos para sempre. Seis anos e muitos beijos depois, ela está casada com o homem que ama. Mas hoje Molly percebe quantos beijos desperdiçou, porque o futuro lhes reserva algo que nenhum dos dois poderiam prever…Esta história comovente, bem-humorada e profundamente tocante mostra que o amor pode ser enlouquecedor e frustrante, mas também sublime. Na mesma tradição de P.S. Eu Te amo e Um Dia, O Primeiro Último Beijo vai fazer você suspirar e derramar lágrimas com a mesma intensidade. 

   Olá pessoal! Como vocês estão? Estou com um pouco de dificuldades de saber como começar essa resenha, parece que estou tendo uma ressaca literária. Não sei o que pensar, ou estou pensando demais, minha cabeça está lotada de pensamentos e sentimentos que afloraram por causa desse livro. Eu sempre digo que os livros nos ensinam, nos trazem experiências que vamos levar para a vida, que eles são nossos amigos e tudo mais. "O primeiro último beijo" é a prova de tudo isso que falei e mais um pouco. Quantos ensinamentos eu pude adquirir ao longo dessas 445 páginas, quantos sentimentos eu desfrutei: AMOR (com certeza está em primeiro lugar), gratidão, afeição, amizade, negação, decepção, alegria,  tristeza, aceitação...Enfim, foi um mar de coisas e sentimentos. Espero conseguir transmitir a vocês, leitores, um pouco do que é esse livro e um pouco do que eu senti, sei que não serei 100% eficiente pois é muito difícil descrever histórias como a de Ryan e Molly.
"Quando se passa pelo que passei, quando se aposta tudo no amor - e se perde -, nunca se é a mesma de novo. Não de verdade."
   Ryan é um cara doce, simpático, risonho, alegre, esportivo, uma pessoa que nasceu para o verão... Molly é tímida, se esconde atrás de sua câmera fotográfica, através da qual vê o mundo de sua forma preferida, não é nem um pouco sociável, que adora manter a pose de inatingível socialmente, não acredita muito no amor... Até Ryan chegar, é claro! Eles se conhecem a algum tempo porém por conta de maus entendidos e circunstâncias da vida demoram a se conhecer de verdade. Mas quando Molly baixa a guarda e se deixa levar pelos encantos daquele rapaz tão sorridente e alegre, ela começa a ver a vida de uma forma diferente, e a vê-lo de forma diferente, já que teve uma péssima primeira impressão dele após um primeiro beijo desastroso na frente de todo mundo. Ele irá fazê-la vê-lo diferente quando se encontram "por acaso" de férias em Ibiza, Molly com suas amigas (Casey e Mia) e Ryan com seu irmão e amigos.
   Depois disso a vida deles é diferente. Eles vão descobrir juntos o que é o amor de verdade, Molly mais ainda, na minha visão, já que nunca foi uma pessoa muito afetuosa, e que detesta demonstrações públicas de afeto. Vai conhecer a família nada espalhafatosa e amigável de Ryan, a família Cooper! Eles são demais, sempre super otimistas e bem humorados. E Ryan vai conhecer mais a "Molly do contra" e sua amiga Casey, super doída, baladeira, namoradeira e uma comédia, e como elas são inseparáveis (sério, elas são MUITO amigas, do tipo que tem uma música juntas e se chamam de BFF haha)! Vai conhecer a pequena família da Molly, mais calma e pacata que a os Cooper, mas ainda assim adoráveis ao seu modo.
   Um casal tão apaixonado que pouco depois de começarem a namorar sério já estão indo morar juntos. Mas, como sempre, existem problemas, todos os casais passam por problemas, não poderia ser diferente. Molly sempre sonhou com uma vida diferente da que está sendo moldada agora com Ryan, está tomando rumos diferentes. E a insatisfação dela, seu desejo de querer mais e mais, de ser mais livre e conhecer mais do mundo causa danos ao relacionamento. Danos esses que logo serão reparados, Molly não consegue pensar em sua vida sem Ryan ao seu lado deixando meias largadas por toda a casa,deixando papéis espalhados por todo canto... Simplesmente não dá mais para ficar se ele.
"Você pode escolher transformar arrependimentos em lições que mudam seu futuro. Acredite, estou realmente tentando fazer isso. Mas a verdade é que estou falhando. Porque tudo que consigo pensar é: talvez eu mereça. Talvez esse seja meu castigo." 
   Mesmo com todos os problemas e crises, é impossível não ver o amor entre eles, mesmo ficando com raiva da Molly por querer mais do que já tem. É impossível ver Ryan sem Molly e vice-versa. o destino lhes prepara uma surpresa, uma surpresa nada agradável que pega todos de surpresa, inclusive nós leitores, ficamos indignados, estagnados nas páginas, incapazes de aceitar o que está acontecendo... Eu entrei em negação durante a leitura, não sabia como continuar a leitura, mas pensei que poderia ser mentira, que teria outra saída... Não sei nem como explicar a vocês.
"(...) as lembranças são o que permanece conosco para sempre, não coisas ligadas a elas. Eu achava que tirar fotografias me faria enxergar melhor as coisas congelar o momento, lembrá-lo para sempre. Mas percebo que a única maneira de fazer isso é viver o momento, não ficar atrás de uma lente."
   Ali Harris fez uma construção de história bem diferente, embaralhando as histórias de anos atrás, fora de ordem cronológica, mas que foi construindo a história em nossa cabeça, admito que foi um pouco confuso essa "ordem" mas que mesmo assim ela se fez compreender (e como fez!) e nos fez sentir. A autora faz o leitor conhecer Ryan e Molly e se apaixonar por eles, por sua história de amor, faz a gente perceber e acreditar que SIM, o amor muda as pessoas, o amor é capaz de muitas coisas, de nos fazer ser pessoas melhores, de nos moldar, no faz abrir mão e ficar felizes com isso pelo simples fato de ver o outro feliz! Me envolvi tanto com eles, como há muito não acontecia, eu me peguei com os olhos cheios de lágrimas prontas para escapar. Foi como se realmente os conhecesse... Sei que irei guardar esses personagens para sempre e tudo que aprendi nesse livro.
"Desejo que todos vocês beijem seus entes queridos agora e saboreiem o beijo, e todos os outros que se seguirem. Porque, quando você sabe que os beijos são finitos, que cada beijo que você dá o leva para mais perto do adeus, fica imaginando por que perdeu tantos."
   


        Grande beijo pessoal!