O pai dela surtou e foi internado. A mãe disse que ia viajar por uns dias e nunca mais voltou. Wren, sua irmãzinha, parece bem, mas já está tendo problemas na escola. Lucille tem só 17 anos, e todos os problemas do mundo. Se não conseguir arrumar um emprego para pagar as contas e fingir para os vizinhos que está tudo em ordem, pode perder a guarda da irmã. Sorte a dela ter Eden, uma amiga tão incrível que se dispõe a matar aulas para ajudá-la. Azar o dela se apaixonar perdidamente justo agora, e justo por Digby, o irmão gêmeo de Eden, que é lindo, ruivo... mas comprometido. Essa luz tão brilhante é a história de uma garota que descobre uma grande força dentro de si enquanto aprende que a vida e o amor podem ser imprevisíveis, assustadores e maravilhosos – tudo junto e misturado.
Olá pessoal! Como vocês estão? Eu sei, eu sei, estou sumida, peço desculpinhas por isso, e dizer que estava morrendo de saudade de resenhar e de interagir com vocês! Bem, Essa luz tão brilhante, foi um livro que li tão rápido, e apesar de abordar alguns temas mais densos, achei a leitura bem fluída e leve.
Lucille se vê em uma situação que faria qualquer pessoa desabar: seu pai está internado porque surtou e sua mãe simplesmente saiu e não voltou mais deixando ela e a irmã mais nova por conta própria. Apesar disso vejo Lucille sendo forte e encarando isso de uma forma que talvez eu não encararia.
Logo ela percebe que precisa de um emprego para sustentar ela e Wren, sua irmãzinha que nos encanta e ganha nossos corações. Ainda por cima ela anda meio que em uma paixonite pelo irmão gêmeo (Digdy) de sua melhor amiga (Eden). O maior problema é que ele tem namorada e como isso pode dar certo, não é?
A amizade de Lucille e Eden é muito bonita, apesar de Eden ser meio "doidinha", se mostra prestativa e solidária com a amiga.
Lucille arruma um emprego em lugar que nunca se imaginou trabalhando, mas sabe que é preciso para pagar as contas de luz, telefone, comprar comida e etc. E acaba se surpreendendo com as amizades que acaba por fazer lá, totalmente inesperadas.
Um mistério surge no meio disso tudo, um anjo, como ela e Wren costumam chamar, enche os armários de comida, cortam a grama e fazem generosidades anonimamente, quando elas não estão em casa.
"(...) Memórias escapam, sabe, se a gente não achar um jeito de fazer com que elas permaneçam. (...)"
"Essa luz tão brilhante" não foi um dos melhores livros que li, nem um dos piores, eu achei que poderia ter sido mais profundo se tratando de um tema assim, com crise familiar, duas meninas sozinhas e tudo mais. Mas talvez essa tenha sido a intenção da autora: não aprofundar tanto. E o modo como o livro acabou, eu fiquei perdida, achei que tinha alguma página faltando no meu livro! Então fiquei sabendo que tinha continuação (risos), e admito que estou muito ansiosa para saber o que vai acontecer de agora em diante. Mas como eu disse, não foi um dos melhores e não mexeu tanto comigo quanto eu achei que iria acontecer, talvez minhas expectativas estivessem altas demais. Em relação ao romance criado, achei um pouco fraco, ainda mais por ter uma terceira pessoa incluída nesse meio, mas talvez as coisas mudem na continuação.
" (...) Explique qual é o objetivo de viver se você não estiver disposta a lutar pelas verdades do seu coração, a correr o risco de se machucar."
"Melancia" é um romance sobre a arte de manter o bom humor mesmo nos momentos mais adversos. Com 29 anos, uma filha recém-nascida e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais de gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Nada tendo em vista que a anime, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; a mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha; e o pai, à beira de um ataque de nervos. Após passar alguns dias em depressão, bebendo e chorando, Claire decide avaliar os prós e os contras de um casamento de três anos. É justamente nessa hora que James, seu ex-marido, reaparece. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa.
Olá pessoal! Como vocês estão? Andei meio sumida mas estou de voltaaa! Trazendo resenha de Melancia. Estava para ler esse livro há bastante tempo, sempre me recomendavam, e aí minha amiga me emprestou e finalmente li.
Todo mundo me falava que eu ia rir demais, que o livro é comédia pura e etc, mas tive uma impressão um tanto diferente. Sim, temos momentos engraçado sim! Mas pelo menos eu não consegui achar tão hilário (me julguem kkk). Apesar disso gostei bastante do livro, da mensagem que ele me trouxe, do aprendizado, e de ver o crescimento emocional e pessoal da personagem.
Claire foi abandonada por seu marido após dar a luz, e quando digo após dar a luz, é realmente após! James (marido de Claire) não olhou sua filha que acabara de nascer, nem se deu ao trabalho. Desculpem meus excessos mas tive muitos sentimentos expressos por James e vocês podem imaginar que sentimentos são esses, não é?
Me peguei imaginando que teria feito Claire para que fosse abandonada de tal maneira. Aos poucos vamos ficando cada vez mais cientes do que aconteceu e vai ficando pior: James teve um caso com a vizinha deles. E Claire, totalmente desamparada e despreparada como mãe de primeira viagem, corre para os braços de seus pais que moram em Dublin. Onde ela será recebida de braços abertos por sua família super barulhenta, principalmente se tratando de sua irmã Helen.
"Meu Deus, que bando de neurótico!
Eu era tão normal, comparada com o resto da minha família."
"Desejei ser ainda um bebê, para que minha mãe pudesse segurar - me e me fazer sentir segura de que tudo ia dar certo."
Ela entra em um momento muito difícil, fica definitivamente na fossa, se priva até mesmo de tomar banho! É como se estivesse em uma depressão pós-parto, e ela nem mesmo escolheu o nome de sua filha ainda, trata todos com certa ignorância, está descuidada de seu corpo, que está bem gorducho por assim dizer, ela simplesmente se entrega a tristeza.
"A dor da perda que sentia era grande demais para me deixar dormir. E eu queria, desesperadamente, dormir. Qualquer coisa para deter aquele sentimento."
"O único problema com relação à cura com o passar do tempo é que ela demora um bocado."
Quando um dia leva uma "sermão" de seu pai, ela vai caindo na real, tomando ciencia de que não pode continuar assim, que um dia ela terá de levantar e retomar sua vida, até toma banho e passa um pouco de maquiagem! Exatamente neste dia, sua irmã Helen leva uma visita masculina para o jantar, não uma vista qualquer, mas o belo, alto Adam! De cara, ficam todos hipnotizados com essa figura inesperada no jantar. Mas ele não é apenas bonito, é educado, gentil, e aí vocês já podem ver o que vai se seguir não é mesmo?!
Esse "romance" no início parece clichê, mas as coisas vão tomar um rumo diferente, não por conta deles, mas sim por um contato inesperado de James, depois de tanto tempo sem dar notícias, sem nem sequer ter ligado para saber de sua filha. Nesse momento as coisas vão descarrilhar, vão ficar mais tensas e nos vamos ficar nervosos! Gente, vocês não sabem a raiva que senti de James, até mesmo da Claire em alguns momentos. James assume uma personalidade repulsiva. Não posso falar muito moas para não soltar spoilers (risos). Mas posso dizer que minha raiva da Claire passou, porque pude ver o crescimento pessoal dela, a diferença dela no começo do livro e no final, ela se tornou uma pessoa mais forte e eu adorei isso! Fiquei tipo: UAU, sua maravilhosa!!!
" - Ninguém sabe o quanto é forte, até precisar ser."
A escrita de Marian é bem dinâmica e ao mesmo tempo não (desculpem a contradição kkk), a autora parece conversar com a gente em praticamente todos os momentos, mas alguns momentos eu ficava "entediada" porque queria saber logo os diálogos mas ficava enrolando com pensamentos da personagem, mas de certa forma entendo que é necessário, só poderia enrolar um pouco menos. Mas no geral eu gostei muito, principalmente do crescimento pessoal da Claire, vamos vê - la se reerguer, tomar as rédeas de sua vida e se tornar uma mulher mais forte!
Olá pessoal! Hoje vi em um site de notícias sobre o terceiro livro "Always and forever, Lara Jean", que será lançado em 4 de abril aqui e nos EUA, conclusão da trilogia "Para todos os garotos que já amei" e estou muito empolgada, ansiosa, comovida (risos). E isso se deve pelo fato de ter visto a capa, fofa e meiga, do livro e porque junto com ela tinha uma entrevista com a Jenny Han! Na entrevista, perguntam porque ela guardou em segredo o terceiro livro e achei tão legal o que ela respondeu: "I kept the book a secret because I wanted to be sure I could do it, and I also wanted to be sure there was still more story to tell. I worked on Always and Forever, Lara Jean for a few months before I breathed a word of it my editor or agent. There’s something so delicious about holding onto a secret; it’s something just for you. I wanted to keep it mine for as long as I could." Tradução : "Eu guardei esse livro em segredo porque eu queria ter certeza que poderia fazer isso, e também queria ter certeza que tinha mais história para contar. Eu trabalhei em Always and forever, Lara Jean por alguns meses depois de falar uma palavra sobre isso com meu editor ou agente. Tem algo delicioso sobre guardar um segredo; é algo só para você. Eu queria guardar isso para mim o máximo que eu pudesse." Por algum motivo achei isso fofo, porque percebe-se que ela realmente se envolveu com a história, o restante da entrevista mostra mais ainda isso. Pareceu algo pessoal demais e uma coisa carinhosa da parte dela. E também perguntaram o que ela sentiria falta sobre o mundo da Lara Jean, ao que ela respondeu: "I will miss the coziness of the house and of the family. I’ll miss the starry-eyed way Lara Jean looks at the world. I’ll probably miss Kitty most of all." Tradução: " Eu vou sentir falta do conforto da casa e da família. Sentirei falta do olhar sonhador da Lara Jean sobre o mundo. E provavelmente sentirei falta da Kitty mais que de todos." E se essa pergunta fosse feita a mim, mesmo antes de ler o último livro, sei que vou sentir muita falta do amor da família, da relação que vemos entre eles, desse mundinho da Lara Jean! E vocês, o que sentirão falta? E aqui vai a capa do livro, que achei uma fofura!
A resenha do segundo livro "P.S. Ainda amo você" vocês podem veraqui no blog. Do "Para todos os garotos que já amei" não tem mas no momento estou relendo (para matar a saudade risos) e posso fazer logo em breve. A entrevista completa com a Jenny Han estáneste site, está em inglês, a tradução aqui do blog é minha, espero que esteja tudo certinho (risos). Me contem o que acharam da notícia, da capa e etc. Abraços pessoal e até logo!
O enredo deste empolgante livro gira em torno dos amores de Anne Elliot que se apaixonara pelo pobre, mas ambicioso jovem oficial da marinha, capitão Frederick Wentworth. A família de Anne não concorda com essa relação e a convence romper seu relacionamento amoroso. Anos após Anne reencontra Frederick, agora cortejando sua amiga e vizinha, Louisa Musgrove. "Persuasão" é amplamente apreciado como uma simpática história de amor, de trama simples e bem elaborada, e exemplifica o estilo de narrativa irônica de Jane Austen, sendo original por diversos motivos, entre eles, pelo fato de ser uma das poucas histórias da escritora que não apresenta a heroína em plena juventude. O romance também é um apanágio ao homem de iniciativa, através do personagem do capitão Frederick Wentworth que parte de uma origem humilde e que alcança influência e status pela força de seus méritos e não através de herança.
Aí aí Jane Austen, querida, você me surpreendeu! "Persuasão" foi uma adorável surpresa que me fez entender mais ainda porque a Jane Austen é tão aclamada. Eu gostei bastante de "Orgulho e preconceito" mas por algum motivo essa segunda obra foi que firmou meu apreço pela autora, talvez porque desta vez estava um pouco mais familiarizada com a escrita, e etc. Consegui me aproximar mais dos personagens e me envolver com essa história de amor!
Anne Elliot é moça doce, gentil, atenciosa e sensata; essas características, principalmente a sensatez, a difere de seu pai e de sua irmã Elizabeth. Os dois são esnobes, bastante preconceituosos, e têm uma característica comum a muitas pessoas naquela época, que era ter preconceito com as pessoas sem títulos ou de famílias menos favorecidas.
Após oito anos sem ver Frederick Wentworth, seu antigo amado, com quem quase se casara no passado, não fosse a influência de sua família, principalmente da Lady Russell (amiga íntima da família, mais de Anne), eles finalmente são reunidos novamente e o resultado disso é muita apreensão, insegurança. Anne fica se perguntando como agir na presença dele, como será esse reencontro, temendo a todo tempo a sua presença. Porém quando são reunidos com em um círculo de amigos muito agradáveis a Anne, eles começam a relaxar na presença um do outro e até a sentir certa simpatia.
Frederick é capitão da Marinha, e nesse reencontro com Anne ele se mostra um completo cavalheiro, apesar das magoas do passado. Ele é bondoso, mostra compaixão e simpatia na presença de Anne e para com ela. Ele em parte da história tenta seguir a vida, cortejando uma amiga em comum com Anne e de sua irmã Mary, porém logo a história se desfaz com alguns pormenores desagradáveis e que surpreende a todos. Sendo assim, ele mostra que em nenhum momento estava apaixonado por Louisa (moça em questão). E deixa ainda mais claro seus sentimentos por Anne.
“Haviam-se passado oito anos, quase oito anos, desde que tudo fora desfeito. (...) O que oito anos não podiam fazer? Acontecimentos de todos os tipos, mudanças, alienações, transferências (...) com todos esses raciocínios, ela descobriu que para os sentimentos tenazes oito anos pouco mais são do que nada.”
Sr. Elliott é primo de Anne e volta a se relacionar com a família por motivos desconhecidos que mais tarde serão esclarecidos, porém um boato de que ele e Anne estavam para ficar noivos causa ciumes no Capitão Wentworth. E Anne o que pensa disso? Primeiramente ela fica estonteada de felicidade por perceber os sentimentos dele para com ela e depois fica aborrecida com seu primo por sua inconveniência.
Mas em um momento desesperado de saber os sentimentos de sua amada, Frederick vai tentar esclarecer tudo, e será fofo, lindo, coisas simples que nos fazem suspirar. O romance é meigo, um amor que resiste ao tempo, que resiste e enfrenta os obstáculos de preconceitos dos familiares, e que deixa a gente sonhando acordada.
Nessa obra tem uma grande ênfase nos costumes do século XIX, onde podemos ver com bastante clareza como era importante ter posses, um título, ser de uma família importante, e etc. Algumas pessoas dão mais importância à essas características do que outras. O pai de Anne é com certeza do tipo que dá muito importância, o que parece dificultar um pouco o romance, porém o amor consegue vencer muitas batalhas e obstáculos, resistir e se manter cada vez mais forte.
Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou. Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno prodígio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. Mas como eles farão para chegar lá? Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de veraneio por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista. Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio. Começa então uma viagem repleta de enjoos, comida ruim e engarrafamentos. A situação perfeita para o início de uma história de amor entre uma mãe solteira falida e um geek milionário.
Por incrível que pareça esse foi o primeiro livro que li da autora Jojo Moyes, porém já havia assistido ao filme " Como eu era antes de você" adaptação do livro dela (que não li), e já tinha me emocionado bastante, apesar de algumas críticas pessoais que tenho sobre a história. E percebi que essa autora adora mexer com nossos sentimentos, e ela mexeu com os meus na leitura desse livro!
Realista em muitos pontos, mas que nós ensina muito sobre ter esperança, sobre ser honestos, sobre família, sobre recomeços... Vamos conhecer uma família com uma constituição fora do padrão, onde uma mãe (Jess) cria sua filha Tanzie, um prodígio da matemática, seu enteado gótico e calado chamado Nick, um cachorro bem grande e babão, Norman. Uma família diferente, com uma rotina caótica, enfrentando a cada dia a dificuldade de pagar as contas e conseguir sobreviver.
"É isso que não entendo. Não entendo como a nossa família pode basicamente fazer a coisa certa e sempre acabar na merda. Não entendo como a minha irmãzinha por ser brilhante, meiga e um verdadeiro gênio e, ainda assim, agora acordar chorando e ter pesadelos, e preciso ficar acordado na cama ouvindo a minha mãe atravessar o patamar da escada às quatro da manhã para tentar acalmá-la."
Jessica Thomas largou os estudos cedo porque engravidou de Marty, seu marido depressivo que está vivendo nada casa da mãe (há 2 anos!). E desde que Marty foi embora ela luta todos os dias para conseguir pagar as contas da casa, dando faxinas e trabalhando em um pub a noite. Uma centelha se esperança se acende quando Tanzie recebe uma bolsa de estudos em uma escola particular, uma bolsa de 90%, bastante generosa, mas ainda assim, Jess não é capaz de pagar pelo restante da mensalidade.
Pela primeira vez na vida Jess resolve fazer uma loucura para ajudar sua filha: ir á uma Olimpíadas de matemática do outro lado do país, em um carro velho, sem seguro. E eles vão receber uma ajuda mais que especial de Ed Nicholls, um milionário da área de tecnologia, que está sendo investigado por uso de informações privilegiadas.
E aí, quando essa viagem começa, é hora de quebrar as más impressões que Jess tem de Ed e hora de Ed saber um poucos mais sobre a moça que limpa sua casa de veraneio. É hora de quebrar preconceitos e paradigmas. Já é uma grande surpresa Ed ajudá-los sem pedir nada em troca, simplesmente dar uma carona que vai durar três dias. Uma viagem com contratempos, comidas estragadas, nervosismos, ansiedade... E que vai trazer sentimentos inesperados dentre tantas coisas pelas quais essas pessoas dentro daquele estão passando.
É como uma flor que nasce em um local inesperado, o sentimento de carinho e companheirismo, como aquelas pessoas se envolvem para ajudar umas as outras. Uma família tão conturbada, passando por tantos problemas foi o que mais me emocionou, porque apesar disso tudo, de seu enteado ter sido espancado pelos vizinhos e a preocupação de que Tanzie pode ter o mesmo futuro, Jess luta para mudar isso, ela tem esperança de que as coisas podem melhorar. Ela tenta manter o otimismo na vida e isso abala o sr. Nicholls, porque ele não costuma ser muito otimista, principalmente na situação em que sua vida se encontra.
Superação, cooperação, amizade, amor, generosidade é o que encontramos nesse livro. Ed se supera, finalmente faz algo de bom para o próximo, dá a um adolescente desiludido confiança, ajuda a recuperar e refazer, e faz Nick ver do que ele é capaz.
Eu achei que seria um livro clichê: uma família em dificuldades, principalmente financeiras, conhece um milionário e tudo dá certo no final... NÃO! Foi diferente, surpreendente! Eles vão descobrir juntos como superar os problemas da vida, e ainda sair por cima. Jess aprende que pode finalmente relaxar um pouco e deixar alguém ajudá-la. Depois de tanto desgosto com Marty (acreditem, vocês vão morrer de raiva dele!) ela poderá contar com alguém.
Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?
Olá pessoal, tudo bem? Estou tão encantada com esse livro que nem sei bem como começar a resenha. É um livro complexo, bem recheado de aventuras, romance, dúvidas, um contexto histórico muito grande, o que me encantou demais, entre outras coisas que me deixaram apaixonada pela história.
Claire é enfermeira e acabou de sair de uma guerra na qual serviu com seus talentos no cuidado dos soldados; ela reencontra seu marido depois de tanto tempo longe durante a guerra. Para recomeçar, eles embarcam em uma segunda lua de mel na Escócia, onde seu marido Frank Randall descobre mais sobre sua árvore genealógica passada.
Durante uma exploração perto das pedras de Craigh na Dun, após ter presenciado um ritual um tanto curioso, Claire se encanta pela diversidade de plantas, e o que elas podem fazer, as funções que pode ter para tratar de um ferimento, por exemplo; mas ela não poderia imaginar o que vem a acontecer naquele círculo de pedras. Claire é levada para longe, muito longe... Mas não longe em distância e sim no tempo! Ela é transportada para 200 anos atrás. Uma Escócia total diferente, com normas sociais, comportamento mais selvagem e bem menos sensível.
A primeira "recepção" a Claire não é lá das melhores. É recebida por um soldado inglês que tenta estuprá-la. Sim gente, isso mesmo. Mas esse soldado não é ninguém menos, ninguém mais do que um antepassado de seu marido, com o qual tem uma semelhança física muito grande e é claro que isso contribui para a confusão e perplexidade de sua mente.
Ela é resgatada por um clã escocês , os MacKenzie. E é levada pelas estradas, sob o cuidado desses homens que não sabem se podem exatamente confiar nela. Acham que ela pode ser uma espiã inglesa ou francesa. Claire por sua vez elabora uma história para explicar o porquê estar naquele lugar sozinha, já que não pode dizer a verdade, pois quem acreditaria?!
Jamie, um jovem escocês, forte, corajoso e ao mesmo tempo dócil e protetor, que nos encanta durante todo o livro, faz parte do clã MacKenzie e fica sob os cuidados de Claire para curar seu braço machucado, mas além disso eles começam a se conhecer melhor e se entender, se entender de verdade; ele percebe que ela é generosa, e ela vê o quão delicado um homem daquele tamanho pode ser (risos).
"Jaime, no entanto, era algo diferente. Sua extrema delicadeza não era de forma alguma insegurança; ao invés disso, era uma promessa de uma força conhecida e contida sob rédeas; um desafio e uma provocação mais notável ainda pela ausência de reivindicação."
Todos os homens juntamente com Claire rumam para o castelo Leoch, onde está o restante do clã e o chefe do mesmo. Lá ela será interrogada novamente sobre suas origens, o que a levou àquele lugar, porquê e etc. Com os dias se passando ela é vigiada de perto, e assume a função de cuidar das pessoas do castelo e arredores pela sua fama de "médica" e excelente no cuidado com pessoas. Acaba se distraindo muitas vezes, descobrindo mais sobre o poder das plantas daquela região e como utilizá-las.
Aos poucos entra em uma rotina no castelo, como se estivesse se encaixando ali, porém ela planeja maneiras de fugir dali e voltar aos círculo de pedras e retornar para sua vida, seu marido, seu tempo...
"Era muito gratificante ser capaz outra vez de aliviar a dor, restaurar uma junta, consertar danos. Assumir responsabilidade pelo bem-estar de outras pessoas me fez sentir mens vitimada pelos caprichos de um destino impossível que me trouxera até ali- e agradecia a Colum por isso."
*Colum - chefe do clã Mackenzie
Quando parte do clã é enviado em uma viagem para arrecadar impostos, Claire é levada junto com eles para que possa se encontrar com a tropa inglesa e tentar explicar sua história e voltar a Craigh na Dun. Nessa viagem vão acontecer tantas reviravoltas, vai ter tanta emoção, aventura, Claire irá se aproximar mais de Jaime e ganhar a amizade de alguns.
"- Não precisa ter medo de mim- disse serenamente- Nem de ninguém aqui, enquanto eu estiver com você - Soltou a mão e virou-se para a lareira."
Os sentimentos dela oscilam, dúvidas começam a permear a sua mente quando se apaixona por Jaime. As coisas mudam totalmente de figura: o que fazer agora? Será que deve voltar e assumir suas responsabilidades como esposa de Frank? Ou ficar com Jaime, que também ama tanto?!
Me apaixonei por esse casal, pela forma como o Jaime será tão protetor com ela, irá se por em risco por ela sempre, pondo ela em primeiro lugar. Eles são engraçados, apaixonantes. Tem "cenas" no livro em que eu fiquei definitivamente suspirando, com um sorriso bobo no rosto com tanto carinho, cuidado, proteção, amor... Ela vai descobrir as mágoas e segredos que esse rapaz de juba vermelha esconde e ela depositar nele sua confiança.
"- Acho que... é que você tem um jeito de me dizer que sente muito sem me fazer sentir pena de mim mesmo."
"Não era de admirar que fosse tão bom com cavalos, pensei indistintamente, sentindo seus dedos acariciando-me suavemente atrás das orelhas, ouvindo as palavras tranquilizadoras e incompreensíveis. Se eu fosse um cavalo, deixaria que me conduzisse para onde quisesse."
"- Durma agora, mo duinne, ninguém vai lhe causar mal, eu estou aqui."
O livro é de uma complexidade tão grande que sempre será deixado de lado algum ponto. Porém foram muitos os pontos positivos dele, a carga histórica é bem legal, principalmente para quem gosta, como eu (risos), e é um livro bem completo na minha opinião pois ele contém aventura, um romance cativante e quente, sem deixar de ser fofo, história, fantasia, confusões, festas, fala até um pouco sobre a igreja católica naquela época, sua influência, e etc. Enfim, que livro rico de informações! (risos)
Isso é só a ponta do iceberg que "A viajante do tempo " pode nos mostrar, indico o livro com certeza! Embarquem nessa viagem incrível.
"E se o seu futuro fosse o passado?"
E para completar nossa alegria tem série de TV!!! É muita felicidade né?! A série já está com 2ª temporada lançada, vou deixar aqui o trailer da 1ª temporada para quem se interessar.
“O primeiro último beijo” conta a história de amor de Ryan e Molly, de como eles se encontraram e se perderam diversas vezes ao longo do caminho. Na primeira vez em que eles se beijaram, Molly soube que ficariam juntos para sempre. Seis anos e muitos beijos depois, ela está casada com o homem que ama. Mas hoje Molly percebe quantos beijos desperdiçou, porque o futuro lhes reserva algo que nenhum dos dois poderiam prever…Esta história comovente, bem-humorada e profundamente tocante mostra que o amor pode ser enlouquecedor e frustrante, mas também sublime. Na mesma tradição de P.S. Eu Te amo e Um Dia, O Primeiro Último Beijo vai fazer você suspirar e derramar lágrimas com a mesma intensidade.
Olá pessoal! Como vocês estão? Estou com um pouco de dificuldades de saber como começar essa resenha, parece que estou tendo uma ressaca literária. Não sei o que pensar, ou estou pensando demais, minha cabeça está lotada de pensamentos e sentimentos que afloraram por causa desse livro. Eu sempre digo que os livros nos ensinam, nos trazem experiências que vamos levar para a vida, que eles são nossos amigos e tudo mais. "O primeiro último beijo" é a prova de tudo isso que falei e mais um pouco. Quantos ensinamentos eu pude adquirir ao longo dessas 445 páginas, quantos sentimentos eu desfrutei: AMOR (com certeza está em primeiro lugar), gratidão, afeição, amizade, negação, decepção, alegria, tristeza, aceitação...Enfim, foi um mar de coisas e sentimentos. Espero conseguir transmitir a vocês, leitores, um pouco do que é esse livro e um pouco do que eu senti, sei que não serei 100% eficiente pois é muito difícil descrever histórias como a de Ryan e Molly.
"Quando se passa pelo que passei, quando se aposta tudo no amor - e se perde -, nunca se é a mesma de novo. Não de verdade."
Ryan é um cara doce, simpático, risonho, alegre, esportivo, uma pessoa que nasceu para o verão... Molly é tímida, se esconde atrás de sua câmera fotográfica, através da qual vê o mundo de sua forma preferida, não é nem um pouco sociável, que adora manter a pose de inatingível socialmente, não acredita muito no amor... Até Ryan chegar, é claro! Eles se conhecem a algum tempo porém por conta de maus entendidos e circunstâncias da vida demoram a se conhecer de verdade. Mas quando Molly baixa a guarda e se deixa levar pelos encantos daquele rapaz tão sorridente e alegre, ela começa a ver a vida de uma forma diferente, e a vê-lo de forma diferente, já que teve uma péssima primeira impressão dele após um primeiro beijo desastroso na frente de todo mundo. Ele irá fazê-la vê-lo diferente quando se encontram "por acaso" de férias em Ibiza, Molly com suas amigas (Casey e Mia) e Ryan com seu irmão e amigos.
Depois disso a vida deles é diferente. Eles vão descobrir juntos o que é o amor de verdade, Molly mais ainda, na minha visão, já que nunca foi uma pessoa muito afetuosa, e que detesta demonstrações públicas de afeto. Vai conhecer a família nada espalhafatosa e amigável de Ryan, a família Cooper! Eles são demais, sempre super otimistas e bem humorados. E Ryan vai conhecer mais a "Molly do contra" e sua amiga Casey, super doída, baladeira, namoradeira e uma comédia, e como elas são inseparáveis (sério, elas são MUITO amigas, do tipo que tem uma música juntas e se chamam de BFF haha)! Vai conhecer a pequena família da Molly, mais calma e pacata que a os Cooper, mas ainda assim adoráveis ao seu modo.
Um casal tão apaixonado que pouco depois de começarem a namorar sério já estão indo morar juntos. Mas, como sempre, existem problemas, todos os casais passam por problemas, não poderia ser diferente. Molly sempre sonhou com uma vida diferente da que está sendo moldada agora com Ryan, está tomando rumos diferentes. E a insatisfação dela, seu desejo de querer mais e mais, de ser mais livre e conhecer mais do mundo causa danos ao relacionamento. Danos esses que logo serão reparados, Molly não consegue pensar em sua vida sem Ryan ao seu lado deixando meias largadas por toda a casa,deixando papéis espalhados por todo canto... Simplesmente não dá mais para ficar se ele.
"Você pode escolher transformar arrependimentos em lições que mudam seu futuro. Acredite, estou realmente tentando fazer isso. Mas a verdade é que estou falhando. Porque tudo que consigo pensar é: talvez eu mereça. Talvez esse seja meu castigo."
Mesmo com todos os problemas e crises, é impossível não ver o amor entre eles, mesmo ficando com raiva da Molly por querer mais do que já tem. É impossível ver Ryan sem Molly e vice-versa. o destino lhes prepara uma surpresa, uma surpresa nada agradável que pega todos de surpresa, inclusive nós leitores, ficamos indignados, estagnados nas páginas, incapazes de aceitar o que está acontecendo... Eu entrei em negação durante a leitura, não sabia como continuar a leitura, mas pensei que poderia ser mentira, que teria outra saída... Não sei nem como explicar a vocês.
"(...) as lembranças são o que permanece conosco para sempre, não coisas ligadas a elas. Eu achava que tirar fotografias me faria enxergar melhor as coisas congelar o momento, lembrá-lo para sempre. Mas percebo que a única maneira de fazer isso é viver o momento, não ficar atrás de uma lente."
Ali Harris fez uma construção de história bem diferente, embaralhando as histórias de anos atrás, fora de ordem cronológica, mas que foi construindo a história em nossa cabeça, admito que foi um pouco confuso essa "ordem" mas que mesmo assim ela se fez compreender (e como fez!) e nos fez sentir. A autora faz o leitor conhecer Ryan e Molly e se apaixonar por eles, por sua história de amor, faz a gente perceber e acreditar que SIM, o amor muda as pessoas, o amor é capaz de muitas coisas, de nos fazer ser pessoas melhores, de nos moldar, no faz abrir mão e ficar felizes com isso pelo simples fato de ver o outro feliz! Me envolvi tanto com eles, como há muito não acontecia, eu me peguei com os olhos cheios de lágrimas prontas para escapar. Foi como se realmente os conhecesse... Sei que irei guardar esses personagens para sempre e tudo que aprendi nesse livro.
"Desejo que todos vocês beijem seus entes queridos agora e saboreiem o beijo, e todos os outros que se seguirem. Porque, quando você sabe que os beijos são finitos, que cada beijo que você dá o leva para mais perto do adeus, fica imaginando por que perdeu tantos."